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Relato da Bicicletada de Janeiro

| Marcadores: bicicletada, cicloativismo | sábado, 30 de janeiro de 2010


Cof... cof... Quanto pó nesse blog. Férias dá nisso... :)

Mas as férias acabaram... nosso Avaí voltou a campo (eu infelizmente ainda não, mas segunda-feira estarei lá) e a "magrela" finalmente voltou ao uso após algumas pedaladas esporádicas nas férias.

E finalmente, depois de muitas promessas furadas, resolvi participar pra valer de uma bicicletada. Pra quem não conhece, a Bicicletada é um passeio ciclístico com o objetivo principal de chamar a atenção, reivindicar e lutar pelo respeito aos direitos e a segurança de ciclistas no transito. Para conhecer mais, o link é http://bicicletada.org.

A Bicicletada Floripa sai para suas pedaladas todas as últimas sextas-feiras do mês. Se reúne na concha acústica da UFSC (parece que tão pensando em mudar pra pista de skate do Santa Mônica, mas não tem nada decidido ainda... fique de olho no site da bicicletada antes pra ter certeza do local se você resolver participar).

Bom, voltando ao relato da bicicletada:

Estávamos em um grupo pequeno. Eram 7 pessoas (sim... a foto tem 6, um teve que apressar seu retorno e na hora da foto não estava mais junto), uma dessas um garoto que estava pedalando ali na UFSC, foi convidado e topou ir junto :). Além dele, eu e mais um outro cara éramos os novatos da turma. Fui com a camisa do Pedala Leão Trindade, representando um dos grupos de pedaladas avaianos que acompanho de vez em quando.

Depois de conhecer o pessoal e conversarmos um pouco sobre pedaladas e problemas de transito enquanto esperávamos a hora de sair, decidimos fazer uma rota diferente da feita normalmente (que passa pela Bocaiuva, onde tem aquela ciclovia que vira constantemente estacionamento de carros) - Resolvemos rumar ao sul da ilha, na prática fazendo em parte a rota que estou bem acostumado a fazer: o caminho da Ressacada! (Juro que não interferi uma vírgula nessa decisão!!!). O objetivo era dar uma olhada nos problemas encontrados naquele trajeto, em especial os causados pelo elevado do trevo da seta.

Você pode ver a rota clicando aqui.

Saímos pela Rua Deputado Antônio Eduardo Vieira, e logo ali na rótula com a César Seara já tivemos o primeiro "problema". E como tem sido infelizmente minha experiência, e foi de novo nessa bicicletada, quem mais desrespeita são aqueles que tem um veículo motorizado como sua profissão. Não vi bem o que aconteceu, já que eu passei na frente dele ainda, mas pela pressa que ele vinha suponho que ele não parou ou ameaçou não parar na rótula sendo que as bicicletas já vinham vindo e sinalizando suas intenções. Só ouvi apitos e reclamações vindo de trás, olhei para ver se estava tudo bem e felizmente estava.

Já um pouco mais a frente, logo ali no ponto de ônibus, um "exemplo" muito melhor de outro motorista profissional: o "papa-fila" não teve pressa, acompanhou o nosso grupo até o ponto onde ele parou sem tentar ultrapassar ou pressionar ninguém contra o meio fio já que não havia espaço seguro pra ultrapassar. É o óbvio, o esperado e o que dita o código de transito, mas infelizmente ainda tenho que chamar isso de "exemplo", pois já levei algumas fechadas de colegas deste motorista.

Daí em diante a viagem foi bem tranquila. Não pegamos qualquer transito no trecho seguinte, até porque o ônibus parando nos seus pontos estava trancando tudo e a gente ia mais rápido que ele.

Seguimos pela Waldemar Vieira, Até a nova praça de esportes e lazer construída sobre o aterro. Demos uma volta na ciclovia de lazer ali construída, para conhecer a infraestrutura disponibilizada pela prefeitura. Seguimos pela Waldemar Vieira até um caminho por cima do mangue que eu não conhecia, feito de madeira, muito interessante. É o acesso para pedestres da Costeira para a passarela sobre a via expressa. Foi uma surpresa agradável, um local bem diferente.

E aí, pegando a ciclovia, fomos até o trevo da seta. No caminho, ironizamos a enorme placa que diz que os transtornos temporários são de uma obra que acabará com as filas. Acabará? Primeiro, que a fila ali vem desde o trevo lá do Campeche nos horários de pico. E segundo, que não adianta, cada vez tem mais carros, não é construir mais e mais pistas que vai resolver alguma coisa.

Chegamos as obras do trevo da seta. Como não haviam mais máquinas trabalhando, e não havia chovido, até que deu pra passar. Mas a não ser que esta seja uma nova ciclovia de lazer (radical), realmente está complicado pra ciclistas e pedestres terem acesso a via expressa. Acho que do outro lado tem uma passagem bem comprimida, mas não tenho certeza.

Voltamos por cima da ciclovia gigante - foi como alguém chamou a pista de carros recém asfaltada e que ainda não está liberada para transito. Quem me dera fosse mesmo uma ciclovia! :)

E daí em diante foi um passeio: paramos no trapiche, pegamos a Silva Jardim pra contornar o morro, batemos fotos, e retornamos até a UFSC. No total, 2horas de bicicleta, 27Km, e acabou sendo um passeio bastante agradável e com relativamente poucos problemas já que boa parte do trajeto foi efetivamente feita em ciclovias.

Gostei de conhecer o pessoal, e vou tentar ir em mais bicicletadas (e outros passeios) esse ano. O próximo já é certo, segunda é dia de Pedala Leão rumo a Ressacada. Avaí vai jogar, horário é bom, estréia do Sávio... você vai perder? Eu não! Até lá!

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